A defesa exacerbada de um Estado forte, a ´´ Estadolatria´´, agrega milhões de cidadãos que, de certa maneira, são dependentes dos benefícios concedidos pelo governo, que transmite uma falsa e enganadora idéia de que oferece boas condições de vida, quando, na verdade, é ineficiente na grande maioria dos setores pelos quais é responsável.
No Brasil, o governo resolveu tomar medidas paliativas para cobrir suas falhas, resolveu seguir pelo caminho mais fácil, prático, e que rende mais votos para si, ampliando e solidificando sua base eleitoreira: O assistencialismo. Continua, assim, a tentativa de proliferar em pleno século XXI um pensamento atrasado e arcaico travestido de bom moço, que leva líderes demagogos e hipócritas a apontarem sempre seus dedos sujos em todas a direções, tentando culpar os outros pelas suas mazelas.E não estamos sós, nossos vizinhos praticam o mesmo, e chegam em níveis até piores, vide Venezuela com Hugo Chávez, ou Bolívia com Evo Moralez.
Existe por estas bandas o grande medo da privatização. É automático ouvirmos essa palavra e já esperarmos por algum comentário repulsivo sobre ela. Instalou-se há muito o pensamento padronizado de que privatizar é entregar empresas gratuitamente a grupos estrangeiros, como se fosse uma espécie de escambo entre colonizadores e colonizados em séculos anteriores. Mentira. Privatizar não é trocar bugigangas por riquezas naturais.
É preciso pensar além, e procurar ter noção do retorno que a privatização poderia trazer em relação à economia, tecnologia, e infra-estrutura, não apenas focar no preço pelo qual foi vendida certa empresa.
Um Estado ineficiente e clientelista ainda tem força em nosso país, 2010 está aí, e ao que tudo indica esta situação está longe de ser mudada.
Privatização : Uhhh, que medo !
Eu tenho mais medo de continuar a viver em um país onde milhões são dependentes de uma política que procurar manter-se em atividade propagando idéias que muitas vezes não são verdadeiras, e que não trazem o verdadeiro progresso.
No Brasil, o governo resolveu tomar medidas paliativas para cobrir suas falhas, resolveu seguir pelo caminho mais fácil, prático, e que rende mais votos para si, ampliando e solidificando sua base eleitoreira: O assistencialismo. Continua, assim, a tentativa de proliferar em pleno século XXI um pensamento atrasado e arcaico travestido de bom moço, que leva líderes demagogos e hipócritas a apontarem sempre seus dedos sujos em todas a direções, tentando culpar os outros pelas suas mazelas.E não estamos sós, nossos vizinhos praticam o mesmo, e chegam em níveis até piores, vide Venezuela com Hugo Chávez, ou Bolívia com Evo Moralez.
Existe por estas bandas o grande medo da privatização. É automático ouvirmos essa palavra e já esperarmos por algum comentário repulsivo sobre ela. Instalou-se há muito o pensamento padronizado de que privatizar é entregar empresas gratuitamente a grupos estrangeiros, como se fosse uma espécie de escambo entre colonizadores e colonizados em séculos anteriores. Mentira. Privatizar não é trocar bugigangas por riquezas naturais.
É preciso pensar além, e procurar ter noção do retorno que a privatização poderia trazer em relação à economia, tecnologia, e infra-estrutura, não apenas focar no preço pelo qual foi vendida certa empresa.
Um Estado ineficiente e clientelista ainda tem força em nosso país, 2010 está aí, e ao que tudo indica esta situação está longe de ser mudada.
Privatização : Uhhh, que medo !
Eu tenho mais medo de continuar a viver em um país onde milhões são dependentes de uma política que procurar manter-se em atividade propagando idéias que muitas vezes não são verdadeiras, e que não trazem o verdadeiro progresso.